Publicado por: institutovialux | 26/05/2015

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Publicado por: institutovialux | 24/02/2015

Deus, segundo Spinoza


As palavras abaixo são de Baruch Spinoza – nascido em 1632, em Amsterdã, falecido em Haia em 21 de fevereiro de 1677 – que foi um dos grandes racionalistas do século XVII dentro da chamada Filosofia Moderna, juntamente com René Descartes e Gottfried Leibniz.
Era de família judaica portuguesa e é considerado o fundador do criticismo bíblico moderno. Acredite, essas palavras foram ditas em pleno Século XVII.

DEUS, SEGUNDO SPINOZA

“Pára de ficar rezando e batendo o peito! O que eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida. Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti.
Pára de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construíste e que acreditas ser a minha casa. Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias. Aí é onde Eu vivo e aí expresso meu amor por ti.
Pára de me culpar da tua vida miserável: Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau. O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria. Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer.
Pára de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo.
Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho… Não me encontrarás em nenhum livro! Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais me dizer como fazer meu trabalho?
Pára de ter tanto medo de mim. Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo. Eu sou puro amor.
Pára de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Se Eu te fiz… Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio. Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti? Como posso te castigar por seres como és, se Eu sou quem te fez? Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade? Que tipo de Deus pode fazer isso?
Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para te manipular, para te controlar, que só geram culpa em ti.
Respeita teu próximo e não faças ao outro o que não queiras para ti. A única coisa que te peço é que prestes atenção a tua vida, que teu estado de alerta seja teu guia.
Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso. Esta vida é o único que há aqui e agora, e o único que precisas.
Eu te fiz absolutamente livre. Não há prêmios nem castigos. Não há pecados nem virtudes. Ninguém leva um placar. Ninguém leva um registro. Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno. Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho.
Vive como se não o houvesse. Como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir. Assim, se não há nada, terás aproveitado da oportunidade que te dei. E se houver, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste comportado ou não. Eu vou te perguntar se tu gostaste, se te divertiste… Do que mais gostaste? O que aprendeste?
Pára de crer em mim – crer é supor, adivinhar, imaginar. Eu não quero que acredites em mim. Quero que me sintas em ti. Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando acaricias teu cachorro, quando tomas banho no mar.
Pára de louvar-me! Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja? Me aborrece que me louvem. Me cansa que agradeçam. Tu te sentes grato? Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo. Te sentes olhado, surpreendido?… Expressa tua alegria! Esse é o jeito de me louvar.
Pára de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim. A única certeza é que tu estás aqui, que estás vivo, e que este mundo está cheio de maravilhas. Para que precisas de mais milagres? Para que tantas explicações? Não me procures fora! Não me acharás. Procura-me dentro… aí é que estou, batendo em ti.”

**********

Einstein, quando perguntado se acreditava em Deus, respondeu: “Acredito no Deus de Spinoza, que se revela por si mesmo na harmonia de tudo o que existe, e não no Deus que se interessa pela sorte e pelas ações dos homens”.

Madalena Junqueira

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Publicado por: institutovialux | 31/12/2014

FELIZ ANO NOVO


O Ano Novo vem chegando.

De mansinho, já está bem pertinho, apontando o nariz. Só falta um empurrãozinho para mostrar a cara.

Trazendo consigo novas esperanças e confiança em um futuro promissor.

E nós ansiamos tanto por isso que vamos antecipar sua chegada, dando-lhe as boas vindas, de braços e corações abertos,  uma hora antes (horário de verão). Assim garantimos antecipação do novo.
BEM VINDO, 2015 !!!

ADEUS 2014 !!! Você ficará apenas na lembrança do que foi bom. E foi muito bom!

Madalena Junqueira

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Publicado por: institutovialux | 15/09/2014

XII Congresso Latino-Americano de PNL


Convido vocês para o XII Congresso Latino-Americano de PNL

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Publicado por: institutovialux | 01/09/2014

XII CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE PNL, EM SÃO PAULO


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Publicado por: institutovialux | 08/04/2014

PALAVRAS – COMO USÁ-LAS BEM, NA COMUNICAÇÃO


Os nossos mestres da PNL, Bandler e Grinder, através de estudos e pesquisas, que deram origem à PNL, descobriram muitas coisas novas, entre as quais, certa semelhança entre o cérebro e o computador. A semelhança entre eles é que ambos são acionados por comandos.

As palavras são comandos, logo, assim como o computador, o cérebro reage aos comandos literalmente, executando a palavra no seu significado intrínseco.

Portanto, cuidado com as palavras que você usa! Seu cérebro vai interpretar o significado original e conhecido da palavra.

Será que dificuldades existem mesmo, ou nos é que, inadvertidamente fazemos acontecer, utilizando comandos trocados? É um caso pra se pensar!

Se temos o poder de comandar, conscientemente o nosso cérebro, vamos fazer isso direcionando os comandos para aquilo que queremos, isto é, positivando o comando e afirmando.

O cérebro tem algumas características interessantes e entre elas está:

– Trabalha em positivo e

– Não executa comandos negativos, porque não os entende. 

Processa a palavra no seu sentido literal, sem julgamento. Sem considerar se aquilo é bom ou ruim pra você. Por exemplo:  se você disser que aprender inglês é difícil, você não vai aprender, porque você afirmou essa dificuldade.

Existem várias palavras que usamos sem perceber qual é o comando.

Exemplos de palavras a serem observadas: difícil, impossível, complicado, luta, batalha, adjetivos ou frases negativas, como: sou uma droga; não sirvo pra nada; não tenho sorte; isso não vai dar certo. Etc.

Minha sugestão de hoje é que você preste atenção nas palavras e nas frases que está usando. Analise se essa é uma maneira clara de comunicação com o seu cérebro, da forma como vimos aqui.

Se não for, mude a maneira de se expressar, quer seja com os outros ou consigo mesmo, pois o cérebro dos outros também registram comandos como os nossos.

Outro dia minha prima me ofereceu um café de máquina e pediu para eu escolher o sabor. Eu disse: Ah! Não gosto de café puro. Pode ser qualquer outro.  Adivinhem qual ela me trouxe? Café puro, claro!

Madalena Junqueira – PNL, Coaching e Hipnose – institutovialux@gmail.com
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Publicado por: institutovialux | 24/12/2013

Madalena Junqueira e Instituto Vialux desejam BOAS FESTAS a todos!


Madalena Junqueira e Instituto Vialux desejam BOAS FESTAS a todos!

Publicado por: institutovialux | 11/06/2013

PAIXÃO – QUEM NUNCA TEVE UMA?


     A paixão, quando é correspondida, é hipnótica e extasiante. Leva os apaixonados ao céu. Vivem momentos intensos, cujo único foco e objetivo é desfrutar um do outro, de sua presença, das horas, minutos e segundos que permanecem juntos. De uma maneira insaciável! Em nome da paixão são feitas grandes loucuras, desatinos, insanidades e aquilo que é chamado de “falta de juízo”. As pessoas são capazes até de cometerem atrocidades com o intuito de agradar o outro.

     Quando a paixão não é correspondida, ou quando acontece um rompimento do romance durante a paixão, aí a coisa muda. Descobre-se o chamado fundo do poço, o inferno, de onde parece que nunca mais conseguirão sair. Transforma-se em pensamentos repetitivos, uma neurose, uma verdadeira obsessão.

     A paixão é algo que acontece na vida das pessoas pelo menos uma vez. Digo pelo menos uma vez porque ela pode acontecer inúmeras vezes ao longo de nossa existência.

     A paixão é uma ilusão. Não tem lógica, razão, nem racionalidade. Ela apenas existe, e toma conta do apaixonado, que fica aprisionado, refém do outro, sem saída. Ela surge de uma necessidade da pessoa de se sentir preenchida naquelas áreas de sua vida onde existem falhas e faltas. Onde existe uma carência de afeto, de atenção, de companheirismo, de amor, de toque, de prazer, de lazer, de outra pessoa, enfim.

     A pessoa apaixonada costuma buscar no outro a realização dessas suas carências, o preenchimento de suas lacunas, sem se dar conta que o outro é apenas ele mesmo. O outro não tem necessariamente, todas aquelas qualidades que lhe são atribuídas pelo apaixonado. É essa a grande ilusão.

     Dizem que a paixão tem prazo de validade. Alguns dizem que é de 3 meses, outros dizem ser de aproximadamente 2 anos. Seja qual for o tempo que dure, certamente ela deixará marcas perenes na história do apaixonado.

     A grande vantagem é que ela irá se dissipando aos poucos, diminuindo gradativamente sua intensidade, até chegar um momento em que a pessoa, antes apaixonada, será capaz de dizer: -“ Como é que eu pude me interessar e gostar dessa pessoa? Não tem nada a ver comigo!

     Aí, então, você estará curado!!!

     Madalena Junqueira – Coaching e PNL– madjl@uol.com.br

     Visite nosso site: www.institutovialux.com.br

Publicado por: institutovialux | 11/05/2013

MÃES, PARABÉNS!


Uma mulher chamada Ana foi renovar sua carteira de motorista. Pediram-lhe para informar qual era sua profissão. Ela hesitou, sem saber como se classificar.“O que eu pergunto é se tem algum trabalho”, insistiu o funcionário.
“Claro que tenho um trabalho” exclamou Ana.
“Sou mãe!”
“Nós não consideramos mãe um trabalho. Vou colocar dona de casa”, disse o funcionário friamente.
Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante.
Qual é a sua ocupação?” perguntou. Não sei o que me fez dizer isto. As palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora:
“Sou Doutora em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas.”

A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar para o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem. Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas. Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.
“Posso perguntar” disse-me ela com novo interesse
“o que faz exatamente?”

Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder:
“Desenvolvo um programa de longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa). Sou responsável por uma equipe (minha família), e já recebi quatro projetos (todas meninas). Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda?). O grau de exigência é a nível de 14 horas por dia (para não dizer 24)”

Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária, que acabou de preencher o formulário, se levantou, e pessoalmente abriu-me a porta.
Quando cheguei em casa, com o título da minha carreira erguido, fui recebida pela minha equipe: uma com 13 anos, outra com 7 e outra com 3. Do andar de cima, pude ouvir meu novo experimento – um bebê de seis meses – testando uma nova tonalidade de voz.
Senti-me triunfante!
Maternidade… que carreira gloriosa! Assim, as avós deviam ser chamadas doutora sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas, as bisavós Doutora-Executiva-Sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas e as tias Doutora-Assistente.
Uma homenagem carinhosa a todas as mulheres, mães, esposas, amigas, companheiras, Doutoras na Arte de Fazer a Vida Melhor!

(Texto de autor não identificado).

Madalena Junqueira – http://www.institutovialux.com.br

Publicado por: institutovialux | 22/04/2013

CRENÇAS


 

Henry Ford, o criador, entre outras coisas, da linha de produção, costumava dizer: – “Se você acha que pode, você tem razão. Se você acha que não pode, também você tem razão”.

Esta frase pode ajudar a definir o que é uma crença.

Crença é, exatamente, aquilo que você acredita e que faz sentido pra você, não importando seu significado para as outras pessoas.

Também pode ser associada à fé, uma vez que o simples acreditar é um sintoma de fé, que é uma crença. Em qualquer coisa. Em Deus, anjos, santos, Papa, forças da natureza, mentores, na luz, no ser humano, no Universo.

Realmente, há vários tipos de crenças, tais como, religiosas, culturais, sociais, familiares, de raça, de comunidades, de faixas etárias, sobre a vida, sobre amor, fidelidade, saúde, sorte ou azar, felicidade, e principalmente, sobre si mesmo.

Como exemplos de crenças, temos o Monoteísmo, que acredita em um só Deuse o Politeísmo, que acredita em vários deuses. Qual a verdade?

Além disso há também, o Henoteísmo, que acredita em vários deuses, mas com um supremo a todos. O Ateísmo, que não crê na existência de deuses. O Agnosticismo, que versa sobre a questão da existência ou não de um Deus não ter sido resolvida. Satanismo, que acredita em satã.

A crença não contempla a razão, não tem lógica. Você pode acreditar no que quiser. Há pessoas que acreditam em coisas que você pode considerar as mais absurdas, porque não fazem parte de seu conjunto de crenças. Cada um tem suas próprias crenças.

As crenças são um campo muito fértil. Por exemplo, Em algumas regiões do planeta, se você passar sua mão sobre a cabeça de uma criança, você estará roubando aquela pequena alma. E pode até sofrer agressão física por isso.

Nossa vida é toda regida por crenças, em todos os campos. Acreditamos no poder do trabalho, por isso trabalhamos. Acreditamos nas pessoas, por isso confiamos nelas. Acreditamos que o avião sempre vai chegar ao destino, então, voamos. Acreditamos em nosso cônjuge, construímos a vida com ele e fazemos planos para o futuro.

Vivemos de crenças. Até a falta de crença é uma crença.

Nossas crenças, portanto, criam a nossa realidade, pois só seguiremos um caminho no qual acreditamos e só faremos coisas nas quais acreditamos.

Portanto, observe suas crenças e selecione aquelas que o beneficiam e aquelas que limitam sua vida. Estas, certamente, podem ser mudadas.

Acredita????

Madalena Junqueira – www.institutovialux.com.br

madalenajunqueira@institutovialux.com.br  /  Facebook: Madalena Junqueira

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