Publicado por: institutovialux | 15/04/2020

ENTREVISTA COM O CORONAVIRUS  


(Madalena Junqueira – 27/03/2020)

Sem querer ser pretensiosa, tive a ideia de entrevistar o Coronavirus, a partir de meu entusiasmo com a entrevista que o famoso Napoleon Hill fez com Diabo, no seu livro, “Mais esperto que o Diabo”.

Entrei em um estado de relaxamento profundo e solicitei sua presença.

Ele chegou devagar, meio capengando, com uma imagem bem diferente daquela do desenho que lhe é atribuído.

Parecia um animal machucado, mancando, porém de boa vontade.

Sei que tudo isso pode parecer loucura, ou algo absurdo, porem sei que tem muita gente que me entende.

Inicialmente me apresentei e falei sobre a minha curiosidade sobre ele e sua origem. Pedi permissão para entrevistá-lo. Permitida.

Entrevista:

M:- Quem é você e de onde você vem?

C:- Eu sou uma criação de vocês. Da sua mente.

M:- Como assim, nossa criação?

C: – Sim. Nos seus momentos de stress, você e a maioria da população da Terra, reclamavam de tudo. Do quanto não aguentavam mais suas próprias vidas. Reclamavam do trabalho, do dinheiro, da injustiça, da beleza, da feiura, da falta de tempo, do trânsito, do governo, da família, dos outros, enfim, entre outras coisas. Pediam mais dinheiro, mais lazer, mais prazer, mais tempo livre, mais compreensão dos outros que não os entendiam, mais solidariedade, mais humanidade. Suas vidas estavam ficando pesadas demais, segundo suas queixas. Até você mesma chegou a dizer que precisava dar uma parada na vida, pois não tinha mais tempo pra nada, por excesso de trabalho.

Os seus pensamentos me criaram. Eu não nasci do nada. Nasci de uma força de pensamento poderosíssima de milhões e milhões de pessoas vibrando na mesma dor e insatisfação. E aqui estou, para ajudá-los a obter tudo aquilo que pediram nos seus devaneios. Tive a permissão de vir, para ensiná-los a ter uma vida melhor, não apenas nesse período chamado de “quarentena”, mas também, a partir do que vocês deverão mudar depois desses acontecimentos. Vim para trazer-lhes a conscientização do que estão fazendo com suas vidas e com todo o planeta.

M:- De que maneira você vai conseguir isso se existe tantas pessoas adoecendo e morrendo?

C:- Ninguém está adoecendo e morrendo só por causa desse vírus. As pessoas estão adoecendo e morrendo porque algumas pessoas adoecem e morrem o tempo todo. Não só idosos, mas também jovens, por várias causas, como doenças e acidentes. É um processo natural da vida. Essas pessoas que estão adquirindo o vírus agora, e morrendo, estão dando sua contribuição, de alguma maneira, através de seu próprio sacrifício, a uma causa maior, que é a cura da humanidade. Grande parte dessas pessoas haveriam de deixar a terra, mesmo que não houvesse essa epidemia, talvez por já terem cumprido a sua missão aqui. Não são vítimas. São preciosos colaboradores, sem os quais não seria possível gerar mudanças tão drásticas na humanidade. Serão eternamente lembrados com sentimentos de amor e gratidão. Você pode estudar na história da humanidade vários momentos quando aconteceram muitas epidemias, catástrofes, terremotos, tsunamis, guerras e outros acontecimentos que levaram, de uma única vez, muitos seres humanos. Não é castigo e nem azar. O Universo é funcional, sem julgamento, nem maldade, nem bondade. Tudo é o que é. O que deve ser. Tudo acontece por um propósito maior, que não conhecemos ainda, mas que na hora certa há de fazer sentido para todos.

A missão do ser humano na Terra é a sua própria evolução espiritual. Esta oportunidade está sendo oferecida agora para que aqueles que estão preparados para essa evolução entendam o que está acontecendo e aprendam, pois, serão chamados a colaborar com o crescimento e evolução de toda a humanidade. Muitos serão poupados, pois serão úteis no futuro. Muitos outros, ainda em um baixo nível de evolução, também serão poupados, para que possam se desenvolver adequadamente, com a ajuda daqueles que estão prontos.

É, na verdade, um movimento espiritual, para aperfeiçoamento da humanidade, que atingiu altos níveis de ganância, egoísmo, vaidade e ausência de amor, tanto ao próximo, quanto a si mesmos.

M: – E quanto tempo vai durar isso, você pode me dizer?

C: – Vai depender dos resultados que as pessoas apresentarem. Porém existe um prazo limite, assim como aconteceu no passado, em outras pandemias. Dentro de mais ou menos 90 dias, isto é, meados de junho, as coisas vão começar a se normalizar e num prazo aproximado de 6 meses, tudo estará quase em ordem novamente. As mortes vão cessar, mas o medo continuará atormentando a alma dos mais frágeis. A economia sofrerá uma mudança, nunca antes presenciada. As pessoas vão aprender a aproveitar melhor seus conhecimentos e suas capacidades, a viver a vida de uma forma diferente, e muito melhor, do que vem acontecendo nos últimos tempos. Existe uma permissão universal, divina, para que essa mudança seja feita, por causa da necessidade urgente de salvar o planeta, a qualquer custo.

M: -Já que você está me falando tudo isso, você pode também me dizer qual é o meu papel em tudo isso?

C: – Você, e muitos outros interessados na evolução espiritual, fará parte dos grupos que ajudarão as pessoas a fazerem as mudanças necessárias. Apesar de que você e os seus iguais, seus companheiros de missão, também precisam aprender muito e fazer grandes mudanças. Não se sintam vaidosos, nem escolhidos ou especiais, porém saiba que vocês terão ajuda espiritual para colaborar com a salvação das almas das pessoas. Existe um desejo divino de Paz sobre a Terra. A Terra é seu planeta escolhido, porém está se perdendo no materialismo e na ignorância de amor e de solidariedade. Os escolhidos para essa tarefa de ajudar têm muita responsabilidade, a qual não poderão recusar, uma vez que já estão aqui.

M: – Pelo que estou entendendo então você não é um vilão, que mete medo e desespero na população?

C: – Não. Não sou vilão. Minha intenção é ajudá-los, mesmo que meus métodos pareçam contraditórios. Depois de mim, nada será como antes.

Eu também mostro a vocês, o poder e a força criadora de seus próprios pensamentos. Vocês me criaram e eu estou aqui para lhes dar o que vocês pediram. Não só tempo livre, criatividade e liberdade de escolhas, mas também para lhes ensinar a se conectar consigo mesmos, e olhar para dentro de si, onde está a sua verdade, a sua verdadeira essência.

M: -O que devemos fazer, então?

C: – Durante o período crítico, cada um deve fazer a sua parte. Sem medo, pois só morrerão aqueles que já venceram seu tempo aqui. O que é fazer sua sua parte? Ter fé e se preparar para o novo desafio, com a confiança que os novos tempos serão melhores. Observando seus pensamentos e mantendo-os em alto nível de vibração. O ser humano está sendo depurado e a vida aqui ficará mais fácil, para o homem e para o planeta.

M:-Quantas pessoas serão acometidas pela doença? Você pode me dizer?

C:-Ninguém será poupado. Inicialmente uma pequena porcentagem de pessoas sofrerá consequências do vírus, apresentando sintomas fortes da doença. A maioria das pessoas não apresentará nenhuma reação, pois, mesmo tendo adquirido o vírus, eu não terei o poder de atingi-los, quer seja pelo bom nível de seu sistema imunológico, quer seja pelas suas crenças na sua própria imunidade. Porém, mesmo assim, todos precisam ter contato com o vírus.

M: – Mas isso será um desastre que vai dizimar toda a humanidade!

C: – Imagina! Eu não tenho tanto poder assim. Sou frágil, pequeno, apesar de ser muito eficiente. Os cientistas e pesquisadores logo desenvolverão uma vacina, usando meu próprio veneno para criar o antídoto. Dessa forma, então, todas as pessoas deverão ser vacinadas, e entrarão em contato comigo, porém sem o risco de serem contaminadas.  Foi isso que eu quis dizer quando falei que todos terão contato comigo.

M: – Mas haverá muita fome e privações no mundo, entre os mais pobres e aqueles que não se prepararam para esta crise. O que você me diz disso?

C: – Você está enganada, Madalena. Sempre houve fome e privações no mundo, em várias partes do mundo, não só na África, Nordeste e Índia. Também em muitos outros lugares. Não há nada de novo. Aquelas pessoas que não se prepararam para esta crise terão oportunidade de aprender a fazer isso para o futuro. A rever seus valores imediatistas de luxo, aparência, status e vaidade.

Além do mais, o espírito de solidariedade que essa nova conscientização está despertando na humanidade vai beneficiar as pessoas carentes, necessitadas e doentes que precisarem de ajuda. Ajuda do governo, das igrejas, das Ongs, das associações de bairros, dos novos grupos surgidos e provocados pela pandemia. Como você vê, eu não sou um vilão, não sou ruim.

Sou a cura, a verdade, a esperança. Vibro no amor ao próximo, sem mimos, sem passar a mão na cabeça, porém ensinando a cada um aquilo que precisam aprender.

Ficarei para sempre na história da humanidade, como um recurso único, derradeiro e decisivo, permitido por Deus para trazer Paz ao planeta, às almas e aos corações, assim como à Natureza e aos animais, que são nossos irmãos de caminhada e jornada, também, cada um deles com suas missões sagradas de atuação. Cada um com seu papel a desempenhar aqui.

Acredite, Madalena.  Eu sou um enviado de Deus para curar o mundo, promovendo a união, a conscientização e o aprendizado necessário à evolução da raça humana. Você verá! Todos verão! Todos sairão melhores dessa experiência, de uma forma ou de outra. Confie e tenha FÉ!

Depois dessa conversa eu fiquei sem saber o que dizer. Tudo que ele me disse me pareceu fazer sentido. Agradeci sua disposição para essa conversa e me despedi, agradecendo as explicações.

Ele saiu andando normalmente, diferente de como havia chegado, com uma tranquilidade aparente, como se estivesse sentindo que, pelo menos por mim, ele estaria sendo compreendido e que, talvez, outras pessoas também viessem a conhecê-lo dessa forma e saberem sua real intenção. Sentiu-se bem por ter tido a oportunidade de se expressar. Antes de desaparecer, porém ele se virou para mim e me pediu para escrever essa conversa e mostrar para quem eu achasse que poderia compreender.

Adeus!

Madalena Junqueira

Master Trainer Internacional em PNL (IN-ALE) e Coaching (ICI-ALE)

email: madjunq@yahoo.com

site: http://www.institutovialux.com.br

 

 

Publicado por: institutovialux | 26/05/2015

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Publicado por: institutovialux | 24/02/2015

Deus, segundo Spinoza


As palavras abaixo são de Baruch Spinoza – nascido em 1632, em Amsterdã, falecido em Haia em 21 de fevereiro de 1677 – que foi um dos grandes racionalistas do século XVII dentro da chamada Filosofia Moderna, juntamente com René Descartes e Gottfried Leibniz.
Era de família judaica portuguesa e é considerado o fundador do criticismo bíblico moderno. Acredite, essas palavras foram ditas em pleno Século XVII.

DEUS, SEGUNDO SPINOZA

“Pára de ficar rezando e batendo o peito! O que eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida. Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti.
Pára de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construíste e que acreditas ser a minha casa. Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias. Aí é onde Eu vivo e aí expresso meu amor por ti.
Pára de me culpar da tua vida miserável: Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau. O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria. Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer.
Pára de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo.
Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho… Não me encontrarás em nenhum livro! Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais me dizer como fazer meu trabalho?
Pára de ter tanto medo de mim. Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo. Eu sou puro amor.
Pára de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Se Eu te fiz… Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio. Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti? Como posso te castigar por seres como és, se Eu sou quem te fez? Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade? Que tipo de Deus pode fazer isso?
Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para te manipular, para te controlar, que só geram culpa em ti.
Respeita teu próximo e não faças ao outro o que não queiras para ti. A única coisa que te peço é que prestes atenção a tua vida, que teu estado de alerta seja teu guia.
Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso. Esta vida é o único que há aqui e agora, e o único que precisas.
Eu te fiz absolutamente livre. Não há prêmios nem castigos. Não há pecados nem virtudes. Ninguém leva um placar. Ninguém leva um registro. Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno. Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho.
Vive como se não o houvesse. Como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir. Assim, se não há nada, terás aproveitado da oportunidade que te dei. E se houver, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste comportado ou não. Eu vou te perguntar se tu gostaste, se te divertiste… Do que mais gostaste? O que aprendeste?
Pára de crer em mim – crer é supor, adivinhar, imaginar. Eu não quero que acredites em mim. Quero que me sintas em ti. Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando acaricias teu cachorro, quando tomas banho no mar.
Pára de louvar-me! Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja? Me aborrece que me louvem. Me cansa que agradeçam. Tu te sentes grato? Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo. Te sentes olhado, surpreendido?… Expressa tua alegria! Esse é o jeito de me louvar.
Pára de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim. A única certeza é que tu estás aqui, que estás vivo, e que este mundo está cheio de maravilhas. Para que precisas de mais milagres? Para que tantas explicações? Não me procures fora! Não me acharás. Procura-me dentro… aí é que estou, batendo em ti.”

**********

Einstein, quando perguntado se acreditava em Deus, respondeu: “Acredito no Deus de Spinoza, que se revela por si mesmo na harmonia de tudo o que existe, e não no Deus que se interessa pela sorte e pelas ações dos homens”.

Madalena Junqueira

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Publicado por: institutovialux | 31/12/2014

FELIZ ANO NOVO


O Ano Novo vem chegando.

De mansinho, já está bem pertinho, apontando o nariz. Só falta um empurrãozinho para mostrar a cara.

Trazendo consigo novas esperanças e confiança em um futuro promissor.

E nós ansiamos tanto por isso que vamos antecipar sua chegada, dando-lhe as boas vindas, de braços e corações abertos,  uma hora antes (horário de verão). Assim garantimos antecipação do novo.
BEM VINDO, 2015 !!!

ADEUS 2014 !!! Você ficará apenas na lembrança do que foi bom. E foi muito bom!

Madalena Junqueira

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Publicado por: institutovialux | 15/09/2014

XII Congresso Latino-Americano de PNL


Convido vocês para o XII Congresso Latino-Americano de PNL

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Publicado por: institutovialux | 01/09/2014

XII CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE PNL, EM SÃO PAULO


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Publicado por: institutovialux | 08/04/2014

PALAVRAS – COMO USÁ-LAS BEM, NA COMUNICAÇÃO


Os nossos mestres da PNL, Bandler e Grinder, através de estudos e pesquisas, que deram origem à PNL, descobriram muitas coisas novas, entre as quais, certa semelhança entre o cérebro e o computador. A semelhança entre eles é que ambos são acionados por comandos.

As palavras são comandos, logo, assim como o computador, o cérebro reage aos comandos literalmente, executando a palavra no seu significado intrínseco.

Portanto, cuidado com as palavras que você usa! Seu cérebro vai interpretar o significado original e conhecido da palavra.

Será que dificuldades existem mesmo, ou nos é que, inadvertidamente fazemos acontecer, utilizando comandos trocados? É um caso pra se pensar!

Se temos o poder de comandar, conscientemente o nosso cérebro, vamos fazer isso direcionando os comandos para aquilo que queremos, isto é, positivando o comando e afirmando.

O cérebro tem algumas características interessantes e entre elas está:

– Trabalha em positivo e

– Não executa comandos negativos, porque não os entende. 

Processa a palavra no seu sentido literal, sem julgamento. Sem considerar se aquilo é bom ou ruim pra você. Por exemplo:  se você disser que aprender inglês é difícil, você não vai aprender, porque você afirmou essa dificuldade.

Existem várias palavras que usamos sem perceber qual é o comando.

Exemplos de palavras a serem observadas: difícil, impossível, complicado, luta, batalha, adjetivos ou frases negativas, como: sou uma droga; não sirvo pra nada; não tenho sorte; isso não vai dar certo. Etc.

Minha sugestão de hoje é que você preste atenção nas palavras e nas frases que está usando. Analise se essa é uma maneira clara de comunicação com o seu cérebro, da forma como vimos aqui.

Se não for, mude a maneira de se expressar, quer seja com os outros ou consigo mesmo, pois o cérebro dos outros também registram comandos como os nossos.

Outro dia minha prima me ofereceu um café de máquina e pediu para eu escolher o sabor. Eu disse: Ah! Não gosto de café puro. Pode ser qualquer outro.  Adivinhem qual ela me trouxe? Café puro, claro!

Madalena Junqueira – PNL, Coaching e Hipnose – institutovialux@gmail.com
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Publicado por: institutovialux | 24/12/2013

Madalena Junqueira e Instituto Vialux desejam BOAS FESTAS a todos!


Madalena Junqueira e Instituto Vialux desejam BOAS FESTAS a todos!

Publicado por: institutovialux | 11/06/2013

PAIXÃO – QUEM NUNCA TEVE UMA?


     A paixão, quando é correspondida, é hipnótica e extasiante. Leva os apaixonados ao céu. Vivem momentos intensos, cujo único foco e objetivo é desfrutar um do outro, de sua presença, das horas, minutos e segundos que permanecem juntos. De uma maneira insaciável! Em nome da paixão são feitas grandes loucuras, desatinos, insanidades e aquilo que é chamado de “falta de juízo”. As pessoas são capazes até de cometerem atrocidades com o intuito de agradar o outro.

     Quando a paixão não é correspondida, ou quando acontece um rompimento do romance durante a paixão, aí a coisa muda. Descobre-se o chamado fundo do poço, o inferno, de onde parece que nunca mais conseguirão sair. Transforma-se em pensamentos repetitivos, uma neurose, uma verdadeira obsessão.

     A paixão é algo que acontece na vida das pessoas pelo menos uma vez. Digo pelo menos uma vez porque ela pode acontecer inúmeras vezes ao longo de nossa existência.

     A paixão é uma ilusão. Não tem lógica, razão, nem racionalidade. Ela apenas existe, e toma conta do apaixonado, que fica aprisionado, refém do outro, sem saída. Ela surge de uma necessidade da pessoa de se sentir preenchida naquelas áreas de sua vida onde existem falhas e faltas. Onde existe uma carência de afeto, de atenção, de companheirismo, de amor, de toque, de prazer, de lazer, de outra pessoa, enfim.

     A pessoa apaixonada costuma buscar no outro a realização dessas suas carências, o preenchimento de suas lacunas, sem se dar conta que o outro é apenas ele mesmo. O outro não tem necessariamente, todas aquelas qualidades que lhe são atribuídas pelo apaixonado. É essa a grande ilusão.

     Dizem que a paixão tem prazo de validade. Alguns dizem que é de 3 meses, outros dizem ser de aproximadamente 2 anos. Seja qual for o tempo que dure, certamente ela deixará marcas perenes na história do apaixonado.

     A grande vantagem é que ela irá se dissipando aos poucos, diminuindo gradativamente sua intensidade, até chegar um momento em que a pessoa, antes apaixonada, será capaz de dizer: -“ Como é que eu pude me interessar e gostar dessa pessoa? Não tem nada a ver comigo!

     Aí, então, você estará curado!!!

     Madalena Junqueira – Coaching e PNL– madjl@uol.com.br

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Publicado por: institutovialux | 11/05/2013

MÃES, PARABÉNS!


Uma mulher chamada Ana foi renovar sua carteira de motorista. Pediram-lhe para informar qual era sua profissão. Ela hesitou, sem saber como se classificar.“O que eu pergunto é se tem algum trabalho”, insistiu o funcionário.
“Claro que tenho um trabalho” exclamou Ana.
“Sou mãe!”
“Nós não consideramos mãe um trabalho. Vou colocar dona de casa”, disse o funcionário friamente.
Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante.
Qual é a sua ocupação?” perguntou. Não sei o que me fez dizer isto. As palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora:
“Sou Doutora em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas.”

A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar para o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem. Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas. Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.
“Posso perguntar” disse-me ela com novo interesse
“o que faz exatamente?”

Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder:
“Desenvolvo um programa de longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa). Sou responsável por uma equipe (minha família), e já recebi quatro projetos (todas meninas). Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda?). O grau de exigência é a nível de 14 horas por dia (para não dizer 24)”

Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária, que acabou de preencher o formulário, se levantou, e pessoalmente abriu-me a porta.
Quando cheguei em casa, com o título da minha carreira erguido, fui recebida pela minha equipe: uma com 13 anos, outra com 7 e outra com 3. Do andar de cima, pude ouvir meu novo experimento – um bebê de seis meses – testando uma nova tonalidade de voz.
Senti-me triunfante!
Maternidade… que carreira gloriosa! Assim, as avós deviam ser chamadas doutora sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas, as bisavós Doutora-Executiva-Sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas e as tias Doutora-Assistente.
Uma homenagem carinhosa a todas as mulheres, mães, esposas, amigas, companheiras, Doutoras na Arte de Fazer a Vida Melhor!

(Texto de autor não identificado).

Madalena Junqueira – http://www.institutovialux.com.br

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